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LIÇÃO IV - Elementos Básicos de um Jogo ou Atividade Didática

"O verdadeiro educador o é primeiramente por vocação..."
Lao Jorge


Introdução - Compreendendo as Etapas
Material de Desenho
A criação de um Jogo ou Atividade deve obedecer a alguns critérios, e estes são as regras, os objetivos, os materiais necessários para sua execução e se possível, um roteiro que nos permita avaliar sua eficácia como ferramenta didática.

Quando se cria uma atividade lúdica com fins educativos, deve-se conhecer pelo menos qual a sua utilidade. No mínimo, mesmo que não tenha nenhum valor didático, deve servir como distração, e toda distração, qualquer que seja, proporciona algum tipo de contentamento às pessoas.

Uma atividade que pretende apenas distrair sem educar não serve para nosso propósito. Mas é impossível existir uma atividade, qualquer que seja, da qual não possamos extrair algum benefício educacional. Conhecer um pouco sobre comportamento pode nos ajudar a definir o fim mais apropriado para certas brincadeiras ou jogos, aquilo que delas podemos extrair e considerarmos de valor educativo, a que público se destina, qual a situação mais adequada à sua aplicabilidade.

Um jogo ou atividade com fins didáticos ou não, tem como objetivo entreter seu praticante, tomar sua atenção, proporcionar-lhe satisfação. No caso de um jogo ou atividade com natureza de jogo, a atenção e o entretenimento do praticante se dará diante do desafio que este terá pela frente. Assim, a sensação de bem estar que surge com o vencer, superar aquele desafio, será a motivação da qual ele precisará para praticá-la.

É próprio da natureza humana enfrentar desafios e tentar superá-los, isso nos proporciona grande conforto, segurança e autoconfiança. De tudo isso deve estar consciente o preceptor ou responsável pela implementação de um jogo ou atividade de natureza didática.

Conclusão
A abordagem didática depende muito do preceptor, assim, qualquer atividade do nosso dia-a-dia pode sem dúvida se tornar uma brincadeira com real teor educativo.

Tome-se, por exemplo, o ato de trocar de roupa. Desejando o preceptor trabalhar o estado de Atenção do grupo, pode pedir-lhes para que contem, por exemplo, quantas vezes se olham no espelho, ou quais as etapas de uma muda de roupa completa, ou ainda quantos minutos levam para fazer isto, etc.

A partir disso pode-se fazer uma avaliação de como anda a atenção de cada um, e mais importante, o grau de memorização, sempre que executam as tarefas normais do seu dia a dia. E, no ato de almoçar, é possível contar quantas vezes mastigamos cada porção de alimento? E nas diversas situações do nosso dia-a-dia, tais como, café da manhã, jantar, lanche na cantina da escola ou na rua e outros?

Essa particular abordagem nos dá margem para novas explorações que podem trabalhar de forma lúdica o autoconhecimento. E através de exemplos simples como estes posso, não apenas estudar com mais acuidade meu aluno ou filho, mas também proporcionar meios efetivos para que eles próprios se conheçam mais.

Como podemos ver, nossa imaginação é a única coisa que nos limita ao criarmos atividades com algum propósito didático.



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