Dicas Práticas para os Primeiros anos de vida

13 Dicas Sobre o Comportamento do Educador Infantil

Como sempre, no processo de educação infantil, o exemplo pessoal ainda é o mais eficaz instrutor...
"Educador sem vocação, para uma criança, terá o mesmo efeito que teria a água tóxica para uma planta..."
13 Dicas Sobre o Comportamento do Educador Infantil

A boa Mestra não deixa escapar a oportunidade de conhecer os limites e potencialidades dos seus pequenos educandos, e sempre de olho na reciclagem dos seus pontos falhos...

Compreendendo a Criança...

A Arte de Educar contempla ensinar a aprender. E ensinar a aprender torna a criança autossuficiente, autodidata, capaz de gerir a própria vida no futuro.

Entretanto, ensinar a aprender não é uma tarefa para qualquer um. Em primeiro lugar, o educador vai precisar descobrir se já é um autodidata, não apenas por conhecer o conceito, mas por praticar o processo em seu dia a dia, o que inclui o seu magistério.

Compreender a criança é um item fundamental em qualquer pedagogia, uma vez que apenas assim o educador poderá conhecer suas verdadeiras idiossincrasias, aquelas predisposições autênticas, que ainda não foram contaminadas pela propaganda. Estar consciente da extraordinária força disseminadora de costumes patológicos da cadeia midiática, com seus modismos comportamentais bizarros, que acabam por comprometer de modo dramático o repertório psicológico de qualquer jovem, é papel de todo educador.

Atento a tudo isso, o educador cuidará de criar uma blindagem exclusiva em seus educandos, uma vez que já praticou o método em si mesmo.

E por Conhecer suas predisposições inatas, terá maiores chances de descobrir suas verdadeiras vocações, cuidando assim de potencializar esse precioso status.

E lembrando uma vez mais, crianças não têm preferências, e tudo para elas é aprendizado, sejam os exemplos negativos, sejam as edificantes orientações positivas.

A seguir, estão algumas dicas, na verdade reflexões, que poderão ajudar pais e educadores a encontrar uma direção na condução de suas crianças e alunos...

É muito importante que VOCÊ lembre-se disso, sempre...

  • O Jardim de Infância, Maternal ou Básico bem organizado contribui de modo decisivo para a formação e equilíbrio emocional e somático da criança.
  • A Professora deve possuir sólidos conhecimentos de psicologia infantil e de didática especial. Não vale teoria, será preciso prática.
  • A missão da Professora não é instruir, mas educar, criar hábitos úteis, corrigir com suavidade e fineza, as arestas mais evidentes.
  • No período em que a criança frequenta o Jardim de Infância o Básico ela deve ignorar que está sendo educada e aprendendo alguma coisa. Por isso o aspecto lúdico das atividades ganha tanta importância.
  • As atividades no Jardim de Infância ou Básico deverão ser tão bem conduzidas que a criança ao sair desse estágio deverá recordar do mesmo com saudade.
  • Uma das Primeiras aptidões artísticas que se manifesta nas crianças é a musical, por esse motivo, no Jardim de Infância ou Básico deve-se cantar em qualquer ocasião, mas não todo tipo de música. Lembre-se, a música é para educar os ouvidos e não para deformar os sentidos.
  • As atividades manuais concorrem para a correção dos desajustamentos psíquicos motores.
  • A leitura de histórias desenvolve o grau de atenção e vocabulário da criança, e serve como uma oportuna preparação de terreno para a alfabetização.
  • Uma boa mestra aprende com os alunos antes de se propor a educá-los.
  • Pela observação, ela logo aprende sobre a índole de cada um, e assim, saberá o que pode melhorar, ou ao contrário, erradicar do seu educando.
  • Castigos são necessários para corrigir maus hábitos. Nessas ocasiões, deverá a educadora demonstrar constrangimento, para que o mesmo perceba que cometeu uma falta ou excesso.
  • O castigo deverá ser sempre disciplinador e nunca punitivo.
  • E lembre-se sempre de que, o desenho e a pintura são quesitos imprescindíveis nesse estágio etário. Afinal de contas, além de estimular a criatividade e expressão, é a forma mais efetiva e direta que a criança usa para comunicar seus estados emocionais e existenciais, isso quando o educador está preparado para interpretar a leitura.
  • Por último, lembre-se de que, uma criança é como um imenso livro com as folhas em branco, onde podemos escrever qualquer coisa, mesmo aquilo que nunca foi escrito no nosso.

Finalmente, não se limite ao escopo dessa lista de reflexões, estude seu caso e faça adaptações, afinal de contas, um modelo pedagógico estático só é capaz de formar cidadãos fleumáticos.


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